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Cotiporã inaugura primeira queijaria

por Eduardo Cover Godinho
Queijaria vai processar 700 litros de leite por dia, agregando valor à produção
Foto: Emater/RS-Ascar

A primeira queijaria de Cotiporã, a M&M (Marcon e Marcolin), foi inaugurada na última sexta-feira, dia 29, na Comunidade de Santa Cruz, onde a família reside desde a década de 50. A Emater/RS-Ascar foi a responsável pela condução de todo o processo, que envolveu desde o incentivo para a implantação do negócio até a sua legalização, passando por ações como o cadastro no Programa Estadual de Agroindústria Familiar, o licenciamento ambiental, a potabilidade da água e o projeto de crédito, entre outras.

O trabalho de produção e processamento do leite envolve seis pessoas da família, sendo três jovens. Atualmente, a família produz aproximadamente 700 litros de leite, sendo que toda a produção será industrializada na propriedade, resultando numa produção de 70 Kg de queijo colonial por dia, que será comercializado no município.

“Além de agregar valor à matéria-prima produzida, a queijaria também incentiva a permanência dos jovens na propriedade”, afirma o agrônomo da Emater/RS-Ascar de Cotiporã, Valfredo Reali.

A família pretende incrementar a produção até atingir dois mil litros de leite por dia, capacidade de processamento da queijaria. Para isso, Reali explica que eles estão buscando a ampliação e o melhoramento do plantel e investindo em qualificação. Um dos jovens já fez cursos de bovinos de leite, dieta para vacas leiteiras e inseminação artificial nos Centros de Formação da Emater/RS-Ascar.

A queijaria é a segunda agroindústria do município, que já contava com uma de embutidos. Durante a inauguração, que contou com a presença de autoridades locais e da região, ocorreu a assinatura dos alvarás sanitário e de funcionamento. O empreendimento também resultou na implantação do Serviço de Inspeção Municipal (SIM), que irá fiscalizar a agroindústria, possibilitando que o município controle a fabricação dos alimentos de origem animal, garantindo sua qualidade e procedência.

“E a ideia é evoluir para a adesão ao Suasa, a fim de poder comercializar em todo o estado”, conclui Reali.

Central de Conteúdo Unidade Aurora

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